A IA deixa de ser acessório e vira a base da radiologia
No RSNA 2025, a IA passou a conectar agendamento, aquisição, interpretação e laudo — a inteligência como camada central, não mais um complemento.
No RSNA 2025, a IA deixou de ser um recurso pontual e passou a ser a espinha dorsal do fluxo — do agendamento e da aquisição à interpretação e ao laudo. Para o ultrassonografista, isso significa cada vez mais apoio na hora de medir, padronizar e redigir, com o profissional no centro da decisão. O diferencial deixa de ser só o hardware e passa a ser a inteligência embarcada.
Comentário de curadoria com link para a fonte reconhecida. Conteúdo de referência — não substitui as diretrizes oficiais.